Um software feito com respeito ao ofício.
O psileve nasceu de uma observação simples: psicólogos passam horas por semana administrando a burocracia do consultório — lembretes manuais, planilhas de cobrança, prontuários em papel ou em sistemas genéricos que não falam a linguagem da clínica.
Construímos o psileve para que a tecnologia ocupe o lugar que lhe cabe — a retaguarda — e deixe o espaço da escuta limpo. Sem notificações que interrompem, sem telas que distraem, sem dados que precisam ser gerenciados em três lugares diferentes.
O prontuário clínico é um documento sigiloso. Tratamos isso como uma obrigação, não como um diferencial. Todos os registros são criptografados em repouso e em trânsito. O acesso às anotações de sessão exige um PIN individual — separado da senha de login —, de modo que nem mesmo quem compartilha o computador tenha acesso ao conteúdo clínico.
O sistema foi desenhado em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e com as resoluções do CFP (Conselho Federal de Psicologia) sobre prontuário e sigilo profissional. Os dados dos pacientes são de propriedade do psicólogo — nunca serão vendidos, compartilhados com terceiros ou utilizados para fins de pesquisa sem consentimento explícito.
Cada funcionalidade do psileve passou pela conversa com psicólogos em exercício. Não implementamos nada pelo prazer da novidade ou para engordar uma lista de recursos em uma página de marketing. A pergunta que guia o desenvolvimento é sempre a mesma: isso ajuda o psicólogo a estar mais presente na sessão?
Mantemos a interface deliberadamente simples. Quando há tensão entre adicionar um recurso novo e preservar a clareza da tela, a clareza ganha. Você não precisa de treinamento para usar o psileve — se precisar, é porque falhamos.
Somos uma equipe pequena, brasileira, e respondemos todo e-mail que recebemos. Se você tiver uma sugestão, uma crítica ou uma dúvida que não encontrou resposta, escreva para [email protected].
Para suporte técnico ou questões sobre sua conta: [email protected]